
1. Li o “Os homens que não amavam as mulheres”: E não. Esse livro NÃO é de auto-ajuda, embora eu mesma tenha pensado ao ler o título. Rsrsr O título original, só por curiosidade, é “The Girl with the Dragon Tattoo”. Este livro, em termos gerais, é um romance policial (meu gênero preferiido *-*) escrito pelo jornalista sueco Stieg Larsson - o que faleceu em 2004 :X.
Cara, um livro com mais de 500 páginas :O devorado por mim em 4 dias. Oo rsrs É, isso sempre acontece quando gosto mesmo do livro. Enfim, um romance policial MUITO bem escrito, com uma trama incrível e personagens apaixonantes. Recomendo!
Para saber mais sobre o livro – sobre a trilogia, aliás – é que tem mais dois outros livros que Larsson entregou para a editora antes de falecer subitamente aos 50 anos – clique AQUI (site oficial da Trilogia Millennium)
Editora: Companhia das Letras
Tradução: Paulo Neves
Páginas: 528
Preço : Depende. Compare no Buscapé AQUI.
2. “A Insustentável Leveza do Ser”: hahahah esse tem história. Acreditem ou não, ganhei numa aposta feita há 2 anos. A aposta, ressalta-se, foi feita há 2 anos. Contudo, só fora cumprida nessas férias (!). Err, o conteúdo da aposta não precisa ser revelado porque não vem ao caso (huehaehuah!) e nem importa também. O que importa é que um amigo meu, paranaense, estava me devendo R$1,oo (UM REAL!) há mais de 600 dias – hunF! – e resolveu me pagar nessas férias LoL! Então, estávamos nós num grande sebo legal e vimos o tal livro, um clássico de Milan Kundera (cara da foto!), dando sopa por 1 mero real por lá e ele resolveu honrar sua palavra. Homens. Dois anos para pagar uma aposta patética dessa. Aiaiai.. Enfim, ainda estou lendo, não terminei. Depois atualizo por aqui ‘-‘
Maaaas, já passei da metade do livro e sim, já posso dizer o que achei. Lol Bem, bem, estou achando bem diferente das coisas que costumo ler. É que o livro não é policial e nem é do tipo “Coleção Vaga-Lume”, que li a vida inteira no colégio haeuhauiae : D Fala sério, quem – não só dessa minha geração - nunca leu ou folheou na biblioteca do colégio um livro de Marcos Rey e afins? : D Eu achava e continuo achando todos incríveis. Até a minha mãe, no seu tempo da escola, leu o tal “Spharion”! haha e gostou.
Voltando ao Milan Kundera, repito que achei diferente, mas estou gostando muito. O livro traz alguns elementos que já me interessavam e que estão me interessando ainda mais ultimamente: história, por exemplo. “A Insustentável Leveza do Ser” foi escrito na década de 80, mas retrata a cidade de Praga – e, conseqüentemente, a época da invasão russa em Tchecoslováquia. Além disso, tem personagens muito interessantes : D Hm, sem falar na filosofia, que, apesar de ser uma coisa complicada, é bem interessante. É, e pensando bem, as coisas complicadas sempre são as mais interessantes – pelo menos pra mim. Quando falo de filosofia no livro, o próprio título já nos dá uma pista, né. Kundera, quando você menos espera, traz Nietzsche, Parmênides, Sartre (foram os nomes que vi até agora) e uma série de reflexões filosóficas, pode-se dizer, para explicar sua história. Muito legal!
Ainda estou pensando sobre o título: a leveza, o peso e essa própria dualidade do Ser, que o autor chega a mencionar. Ele trata também da questão do “eterno retorno”, que parece estar em Nietzsche, segundo ele. Reflete sobre a múúsica :DD ahh.. é fantástico! Quando ele fala – O M.Kundera, logicamente, você (leia-se “eu”, novamente rsrs), pensa: “É mesmo! Cara, você tem razão!”
Hm, para quem curte música, a banda Nação Zumbi - na “Bossa Nostra” (♪♫ [...] e dessa insustentável leveza de ser/eu gosto mesmo é de vida real♪♫) e o Zeca Baleiro - éé, às vezes, raras vezes, escuto sim. Haha! -, na música “Alma Nova” , parecem se referir à obra em apreço… rsrs Sei lá, a do Nação Zumbi deixa esse link, digamos, de forma muito explícita. Não sei, não sei, talvez pareça até um pouco forçado, só para “dar a entender” que “queremos-parecer-cult”. Ou não. LoL Mas vale a intenção de tentar colocar cada vez mais e mais a literatura no cenário musical. E, sobre o Zeca Baleiro, não está muito explícito e tal, mas sei lá.. tive essa impressão.
UGh! Falei muito, como sempre, sem ao menos ter lido o livro por inteiro. Bah! – se falei besteira, sorry, espere eu terminar o livro C:
3. Artigos..hmm.. jurídicos. Muitos! Hahaha C: nossa, eu adoro ler artigos jurídicos bem escritos. Daí tenho algumas revistas jurídicas por aqui (que não são revistas como aquelas que costumamos ler. São livros chamados de revistas haeui) e estou lendo os artigos que me interessam: no momento, pelo menos – e por vários motivos – me interesso por História do Direito, Direito Constitucional (a teoria, principalmente. Até porque, por enquanto, só tive Teoria Constitucional ou Direito Constitucional I) e também estou lendo Direito Educacional :)
4. Reli, também, meu poeta preferido de um livro só: Augusto dos Anjos, no seu “Eu & Outras Poesias”. Ele é incrível, nada mais do que isso. Rrsrs
A IDÉIA
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De onde ela vem?! De que matéria bruta
Vem essa luz que sobre as nebulosas
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!
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Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e depois, quer e executa!
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Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas da laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica…
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Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No molambo da língua paralítica!
:)
Férias é um tédio mesmo.. O lado bom é que dá pra adianta a leitura… Já ouvi falar na trilogia que mencionou, gosto também de romance policial, vou ter que ler!!
^^
Leia sim! Cara, é um dos melhores que já li nos últimos tempos. ^^
Olá, exímios leitores desse blog. Sou o cara da aposta! Y O “amigo” panaense u.u” hihiiiiii hei, Tai, a senhorita prometeu que me emprestaria o seu Kundera e não, não esqueci da sua promessa. Aaa, sim, voltei ao sebo. E não, não tinha outro Kundera daqueles por R$ 1,oo. Assim, terá que me emprestar.
- precisava falar + de 600 dias de dívida? =( eu sei de suas estratégias p/ dramatizar e aumentar a importância das coisas. Rárá!
bise :*
Argh, Gustavo, só não edito seu comentário pq prezo pela liberdade de expressão. ^-^
Posso saber pq SÓ o meu desenhinho ficou rosa? Foi vc, Tailine F. Hijaz?
Não.
viu, tai???! eu disse que nao era pra passar o link do blogue pro gustavo. agora ele vai te encomodar eternamente.. forevermore…
ai, nao gosto daquele poeta. tive que declamar uma poesia dele na escola e era horrivel. pra mim, poesias devem conter coisas bonitas e não aquilo que ele fala: tipow morcegos, vermess, lazário, meretrizes..affeee!
[: mas o blog é mara!
Pois é, Clara Oo. Estou profundamente arrependida rsrs – e olha que é muitíssimo difícil eu me arrepender por alguma coisa :P.
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Awwwn não, Augusto dos Anjos é um gênio! Para mim, pelo menos, a poesia deve refletir o que sentimos – tudo o que sentimos (!), não somente as boas coisas. Eee, ainda, penso que as melhores poesias “saem” quando não estamos em bons momentos… sei lah. :D
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e obrigs! *-*
Hora de aproveitar o tempo livre e ler Mitologias Jurídicas da Modernidade.
Cof cof! é mesmo, estou devendo desde a 1ª fase haha *vergonha* :}